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Sobre l'autor

Richard A. Horsley is Distinguished Professor of Liberal Arts and the Study of Religion at the University of Massachusetts, Boston.
Crèdit de la imatge: Seminary of the Southwest

Obres de Richard A. Horsley

Message and the Kingdom (1997) 202 exemplars, 1 ressenya
Jesus and Spiral of Violence (Facets) (1993) 115 exemplars, 1 ressenya
Christian Origins: A People's History Of Christianity, Vol. 1 (2005) — Editor; Col·laborador — 110 exemplars
1 Corinthians (1998) 62 exemplars, 1 ressenya
John, Jesus, and the Renewal of Israel (2013) — Autor — 30 exemplars
Christmas Unwrapped: Consumerism, Christ, and Culture (2001) — Editor; Col·laborador — 20 exemplars
Jesus and Magic (2014) 16 exemplars
Static Push (2015) 2 exemplars

Obres associades

Secrets of the Bible (2004) — Col·laborador — 55 exemplars
Second Temple Studies III (JSOT Supplement) (Vol 3) (2002) — Col·laborador — 11 exemplars
The Bible and the American future (2010) — Col·laborador — 10 exemplars
Orality, Literacy, and Colonialism in Antiquity (2004) — Col·laborador — 9 exemplars

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This powerful and persuasive book illustrates the strength of the message of Jesus and Paul, the Kingdom of God in the hamlets of Galilee, and the churches in the cities of the Roman Empire as they stood together against cosmic and imperial, and personal and individual, evil.
 
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PendleHillLibrary | Feb 1, 2024 |
 
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revbill1961 | May 4, 2023 |
Summary: A biblical study of how God's covenant with Israel, including the New Testament appropriation of that covenant was intended to shape economic life and justice for Israel and "assemblies" in the New Testament era, with application to modern economic life and the "covenant" our government has with its people.

Richard Horsley begins this study with an interesting contention: that the founding documents of the United States articulate a kind of covenant between government and people that has not only political but economic implications and obligations around our "life, liberty, and pursuit of happiness." There were frequent references to this in early discourse but a growing disconnect with the growth of giant corporations and multi-national interests in the more recent past and present. With these changes has come an erosion of a "covenant commitment" to economic justice for all.

In this book, Horsley frames an argument for economic justice based on another covenant, that of God with Israel. He begins by contrasting the covenant life of Israel with the imperial civilizations, which were often oppressive of the economic interests of their people. God's covenant with Israel, he demonstrates concerns not just religious life but protects the economic interests of the people with various provisions from gleaning, to debt forgiveness and no-interest loans, to reversion of the land to its original owners in the Jubilee year. In the books of the Prophets, he shows that a significant theme of the prophets were the breaches of economic justice as Israel's kings acted like the kings of surrounding nations and the rich unjustly expanded their holdings at the expense of fellow Israelites.

Horsley then considers the New Testament and finds in the teaching of Jesus extensive material that subverts the Roman domination and priestly oppression under which the Jews lived. In doing so, Jesus appropriates the covenant economics of Israel to this new situation as he calls for mutual sharing and blesses the poor. After considering particularly Mark and Luke, he turns to the communities the Apostle Paul was in touch with, as well as those addressed by the Gospel of Matthew, showing that these "assemblies" were not just liturgical bodies but organized around economic principles of mutual care as a kind of "counter-culture" in a Roman dominated world, albeit one still under Roman rule. His concluding chapter then considers the implications of covenant economics in scripture to how the contemporary church orders its own economic life and engages economic injustices in the broader society.

The value of this work is that it is a biblical study of the economic material in scripture, often overlooked in overly spiritualized and privatized readings of scripture. His challenges of Christians to disengage from the economic captivities of our contemporary society and to stand against economic injustices are welcome and important words.

At the same time, it felt at times that Horsley reduced the teaching of scripture to economics, or at least did not relate this teaching to other themes that might strengthen his case. For example, relating economics to soteriology may emphasize the basis of a "non-zero sum game" approach to economics in the grace of God who gives lavishly and undeservedly to his people. Similar, the lack of a connection of economics to eschatology severs a tie of economics to the just order that will pertain in the new creation, that motivates the pursuit of economic justice now.

I also wonder about both the historicity of the purported covenant in American history, and also the equation of a covenant between a government and its people with a covenant between God and his people. Does this feed into the strain of American exceptionalism that is foreign to a kingdom of people of every nation, tribe and tongue? I don't think this was Horsley's intent, but I could see the material being appropriated in this way.

Horsley writes this book for an adult education context. It is readable and provides good explanations of any technical matters. Each chapter includes questions that may be helpful for both individual reflection and group discussion. The work can definitely open eyes to the economic teaching of scripture, and used by a theologically-informed leader could be useful in helping a group wrestle with what economic faithfulness as followers of Christ might look like.

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Disclosure of Material Connection: I received this book free from the publisher via a pre-publication e-galley through Edelweiss. I was not required to write a positive review. The opinions I have expressed are my own.
… (més)
 
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BobonBooks | Aug 3, 2016 |
Acostumamo-nos a sempre encarar a oposição de Paulo direcionada aos judaizantes ou judeus-cristãos, mas recentemente estamos vendo alguns especialistas levantarem a hipótese do evangelho de Paulo ser contra-imperial.

É exatamente esta a tese de Richard Horsley em seu livro Paulo e o império: religião e poder na sociedade imperial romana, Paulus, 204.

Dividido em 4 partes contendo 14 capítulos escritos por diferentes especialistas o livro pretende demonstrar que o cristianismo foi um produto do império e que numa das grandes ironias da história o que veio a ser a religião estabelecida do império começou como um movimento anti-imperial. Na verdade, este é o primeiro de dois livros organizados por Horsley que trata do assunto, um mais recente, ainda não publicado no Brasil, tem como título Paulo e a ordem imperial.

Nas duas primeiras partes do livro compreendendo 7 ensaios são abordados dois temas preliminares para a introdução do evangelho contra-imperial. São elas, na Parte 1, O Evangelho da Salvação Imperial que aborda a disseminação do Evangelho de Cesar que já se estabelecera em cidades como Filipos, Tessalônica e Coríntio e na Parte 2 Patronato, Sacerdotados e Poder.

Nestas introduções Paulo e sua obra, praticamente, não são tratados e o enfoque se situa na religião-política da Roma Augustana.

Na primeira parte o "culto ao imperador" é contraposto em 4 ensaios ao cristianismo da Igreja Primitiva.

Na segunda parte em 3 ensaios Relações Patronais do Poder, Patronato na Corinto romana e o Véu do Poder, de autores distintos, produzem um interessante estudo sobre as relações de poder no império romano e tentam explicar como uma administração imperial de pouca complexidade conseguiu manter íntegro um império remoto e complexo.

Ao desfilarmos sobre os ensaios sobre o patronato não podemos deixar de identificar uma estreita relação com as relações de poder na sociedade brasileira. É tão grande a similaridade que me inspirou a escrever um pequeno artigo que intitulei Roma Imperial é aqui.

É de se destacar, para evidenciar a institucionalização do patronato e do tráfico de influência, o conselho de Plutarco, filósofo e prosador grego do período greco-romano, que viveu certo período em Roma, de como um jovem devia agir para conseguir um cargo político local que se constitui em um indicativo de como funcionava o sistema:

Não só precisa o homem de Estado manter a si e à sua cidade ilibados aos olhos dos dirigentes, mas ter sempre algum amigo nos círculos dos mais poderosos (em Roma) como um firme apoio à cidade. Porque os próprios romanos mostram-se mais simpáticos aos esforços cívicos dos amigos. E é bom que quem goza de benefícios em função da amizade com os poderosos os usem em favor da prosperidade do povo (Moralia 814C).

Na parte 3 O Evangelho contra-imperial de Paulo, com o conteúdo de 4 ensaios, Deus virado de Cabeça para baixo, A ideologia Imperial e a Escatologia de Paulo em 1 Tessalonicences, A Mensagem Imperial da Cruz e Romanos 13: 1-7 no contexto da propaganda imperial, entramos finalmente no objeto do livro.

Alerto aos leitores que as evidências da tese não se mostram de forma clara e podem dar margem a contestações. Três cartas de Paulo são apresentadas como as que possuem maior testemunho da ação política contra-imperial de Paulo: Romanos, Filipenses e Tessalonicenses.

As análises partem do uso de termos específicos em grego que denotariam o sentido político ou imperial.

No terceiro ensaio, A Mensagem antiimperial da cruz, Neil Elliott aborda o caráter político da morte de Jesus e de como a chamada "Pax Romana" é desprezada por Paulo.

No quarto ensaio desta parte o mesmo autor examina Romanos 13:1-7 no contexto da propaganda imperial e procura explicar a questão do propósito da carta em relação à surpreendente orientação contida nestes versículos.

Na parte 4, A construção de uma sociedade alternativa, os três ensaios, procuram situar a missão de Paulo em um estágio bem maior do que a fundação de uma nova religião e afirmam categoricamente que é historicamente sem fundamento imaginar que já existisse na época de Paulo uma religião chamada judaísmo e outra chamada cristianismo.

Uma interessante análise sobre um importante termo utilizado por Paulo procura mostrar que ekklesia não pode ser traduzido como "Igreja". Ekklesia seria um termo político com certas tonalidades religiosas.

As ekklesias de Paulo seriam, portanto, comunidades locais de uma sociedade alternativa à ordem imperial romana. Realmente algo que está longe dos púlpitos de pregação paulina.

O primeiro ensaio desta parte estuda Os Cultos Imperiais de Tessalônica e o Conflito Político em 1 Tessalonicences. Aqui o conflito mal explicado de Atos 17 quando a casa do patrocinador de Paulo, Jasão, foi atacada é analisado de forma política. Quais são os dogmata kaisaros que Paulo e seus companheiros violaram?

O autor do ensaio Karl Donfried levanta dados argumentando que as tribulações mencionadas em Ts 1:6 podem ter relação com o culto ao deus imperial no templo de César existente em Tessalônica, construído no reinado de Augusto. A alegação de Paulo de que Satanás o impediu várias vezes de visitar a cidade em TS. 2:18 poderia ser uma indicação da oposição política?

No último ensaio do livro, 1 Coríntios: estudo de caso da Assembléia de Paulo como sociedade alternativa, o organizador Richard Horsley, faz uma releitura desta generosa fonte de textos usada pelos cristãos como bases bíblicas e de doutrina teológicas para dar atenção a outro horizonte em cujo âmbito Paulo compreende as lutas da assembléia, bem como à radical oposição de Paulo à ordem imperial romana.

Não podemos deixar de notar que a tese é revolucionária e está sendo abraçada por muitos especialistas, mas muita água deve rolar ainda até que seja suficientemente entendida e aceita.

Na minha primeira leitura do livro, em que pese ter apreciado logo de início as duas primeiras partes, foi de rejeitá-lo, mas lendo e relendo com cuidado comecei a achar que muita coisa faz sentido.

O segundo livro que mencionei acima não parece ter ainda tradução em português, mas quem se interessar existe uma resenha no site Review of Biblical Literature.

Para os que gostam do tema vale a pena a leitura de Paulo e o império, Paulus, 2004.
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mporto | Hi ha 2 ressenyes més | Jan 21, 2012 |

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