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Death (The Open Yale Courses Series) de…
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Death (The Open Yale Courses Series) (edició 2012)

de Shelly Kagan (Autor)

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642332,275 (3.64)No n'hi ha cap
There is one thing we can be sure of: we are all going to die. But once we accept that fact, the questions begin. In this thought-provoking book, philosophy professor Shelly Kagan examines the myriad questions that arise when we confront the meaning of mortality. Do we have reason to believe in the existence of immortal souls? Or should we accept an account according to which people are just material objects, nothing more? Can we make sense of the idea of surviving the death of one's body? If I won't exist after I die, can death truly be bad for me? Would immortality be desirable? Is fear of death appropriate? Is suicide ever justified? How should I live in the face of death? Written in an informal and conversational style, this stimulating and provocative book challenges many widely held views about death, as it invites the reader to take a fresh look at one of the central features of the human condition--the fact that we will die. … (més)
Membre:giannid
Títol:Death (The Open Yale Courses Series)
Autors:Shelly Kagan (Autor)
Informació:Yale University Press (2012), Edition: Original, 392 pages
Col·leccions:La teva biblioteca
Valoració:
Etiquetes:No n'hi ha cap

Detalls de l'obra

Death (The Open Yale Courses Series) de Shelly Kagan

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O livro de Kagan é uma boa introdução ao tópico da morte, mesmo que tenha me deixado insatisfeito no final da leitura.

Os primeiros sete capítulos tratam puramente de filosofia da mente e da metafísica de pessoas, com Kagan avaliando as duas principais alternativas à primeira questão, "o que são pessoas, ontologicamente falando?", e as três principais alternativas à segunda questão, "no que consiste uma pessoa existir ao longo do tempo?". Ele percorre o caminho analisando os principais argumentos postos a favor do dualismo e da imortalidade da alma e os principais experimentos mentais dentro da literatura de identidade pessoal para, no fim, chegar uma posição fisicalista sobre pessoas, com um critério fisicalista de identidade pessoal (oscilando entre o critério de personalidade e o critério de corpo).

Sinceramente, a leitura inteira destes capítulos não valeu muito a pena. Quem já está familiarizado com a literatura básica da filosofia da mente e sabe quais são os debates e posições relevantes não perderá quase nada pulando a maioria destes capítulos (salvo o capítulo 2, no qual Kagan tenta delimitar as posições principais que ele considerará no debate metafísico). E, mesmo levando em conta leitores leigos quanto à filosofia da mente, eu ainda sinto que há um problema com a escrita um tanto repetitiva de Shelly e seus longos parágrafos para ilustrar pontos que já estavam bem claros anteriormente. Eu entendo que é um livro com propósitos introdutórios, mas eu sinto que Kagan vai longe demais em alguns momentos (as várias páginas gastas só para introduzir o tópico de identidade pessoal com exemplos de trens e carros são um exemplo). Eu também posso comentar que alguns dos argumentos de Kagan nesses capítulos não me convencem nem um pouco, mas isso é parte da experiência.

Os capítulos 8 e 9 prosseguem nas discussões metafísicas, dessa vez adentrando no tópico de morte. Aqui, Kagan já assume uma posição fisicalista de início e busca responder questões como o momento exato que uma morte ocorre (o que fundamentalmente depende do nosso critério de identidade pessoal), o que devemos entender por morte (o que depende da resposta dada à questão anterior), e a relação entre morte e não-existências de acordo com os critérios de personalidade e de corpo. Depois, ele busca analisar (e depois rejeitar) duas afirmações surpreendentes sobre a morte: (I) a de que ninguém acredita em sua própria morte; (II) a de que tomos morremos sozinhos. O capítulo 8 foi uma ótima discussão, e certamente me deixou mais interessado no assunto e os debates centrais da morte, mas eu não posso dizer o mesmo do capítulo 9. A única coisa interessante deste capítulo é o contraexemplo dado por Kagan ao argumento do ponto de vista para a descrença na própria morte, pois me parece que os erros cometidos nesse argumento estranhamente se assemelham aos erros nos argumentos dados a favor de posições como o idealismo (o master argument de Berkeley, p. ex.)

O restante dos capítulos deixa de lado as discussões metafísicas, e entra nas questões valorativas e éticas sobre a morte, começando pela possibilidade da morte ser um mal para nós (com Kagan extensivamente argumentando contra os paradoxos e quebra-cabeças levantados por Epicuro e Lucrécio, e defendendo uma concepção da morte como um mal comparativo). Esse foi o capítulo mais interessante e animador do livro, e eu fiquei bastante satisfeito com a discussão e tópicos levantados nele. Certamente é um material do qual me utilizarei para dar aulas e me guiar em algumas discussões.

Infelizmente, eu não posso dizer o mesmo do restante dos capítulos. O capítulo de imortalidade foi um sonífero para mim, e a partir do capítulo sobre o valor da vida (no qual Kagan defende uma visão de "balança de bens e males" para determinar o valor de cada vida, o que me parece bastante suspeito) eu já queria logo terminar o livro. A breve discussão no capítulo 13 acerca da relevância do arco narrativo na determinação do valor do composto vida-morte foi no entanto bastante interessante, mais por me fazer pensar sobre a real importância de pensarmos nossa vida como narrativas (e eu sei que há filósofos que não concordam com esta visão particular). Também não deixo de mencionar o capítulo sobre suicídio, que, mesmo sendo um tanto insatisfatório, consegue apresentar de maneira sucinta as duas questões principais sobre o fenômeno (a possibilidade de suicídio ser uma escolha racional diante de uma situação de vida, e a moralidade do ato de cometer suicídio).

No fim, foi uma boa leitura. Meu problema mesmo é a duração e o modo de apresentação de alguns dos problemas por parte de Kagan. Há também o fator de meu desinteresse significativo por questões como imortalidade, o modo como devemos viver nossa vida diante do fato da morte, e a concepção de valor da vida como um resultado de balança de bens e males. Então eu sou levado a crer que outras pessoas podem tirar mais proveito destas discussões do que eu. Mas posso dizer que estarei procurando saber mais sobre o tópico da morte no futuro. ( )
  iogavagai | Jul 31, 2021 |
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  knol | Aug 23, 2015 |
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LCC canònic

Referències a aquesta obra en fonts externes.

Wikipedia en anglès (1)

There is one thing we can be sure of: we are all going to die. But once we accept that fact, the questions begin. In this thought-provoking book, philosophy professor Shelly Kagan examines the myriad questions that arise when we confront the meaning of mortality. Do we have reason to believe in the existence of immortal souls? Or should we accept an account according to which people are just material objects, nothing more? Can we make sense of the idea of surviving the death of one's body? If I won't exist after I die, can death truly be bad for me? Would immortality be desirable? Is fear of death appropriate? Is suicide ever justified? How should I live in the face of death? Written in an informal and conversational style, this stimulating and provocative book challenges many widely held views about death, as it invites the reader to take a fresh look at one of the central features of the human condition--the fact that we will die. 

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Descripció del llibre
Sumari haiku

Cobertes populars

Dreceres

Valoració

Mitjana: (3.64)
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1.5
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2.5
3 2
3.5 1
4 4
4.5
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